O diretor industrial é o único comprador que tem o custo da hora parada na ponta da língua. Quase nenhum tem o segundo número: quantas horas levaria para voltar depois de um desastre de TI. A distância entre os dois é o risco real.
Questionário de Segurança da Informação para homologação de fornecedor. Quarenta a oitenta perguntas sobre backup, recuperação, controle de acesso, política de segurança e resposta a incidentes. Quem não consegue responder perde homologação — e perder homologação de cliente grande deixou de ser problema de TI para virar problema comercial.
Custo da hora parada é o indicador mais repetido em reunião de produção. Tempo de recuperação de TI é um número que ninguém mediu, porque medir exige restaurar um sistema inteiro cronometrando — e ninguém tem janela para isso. O resultado é uma empresa que sabe exatamente quanto perde por hora e não faz ideia de quantas horas vai perder.
Ordem de produção, sequenciamento e apontamento de chão de fábrica. Sem eles, ou a fábrica para, ou produz sem registro — e produção sem registro vira inventário divergente e custo que ninguém consegue apurar depois.
Pedido, aviso de embarque e faturamento eletrônico com montadora e grande varejo têm janela contratual. Atraso por indisponibilidade de TI é atraso de entrega, com a multa que estiver no contrato.
Nota não emitida é faturamento não reconhecido no mês. Parada de dois dias no fechamento deixa de ser problema operacional e vira problema contábil, com efeito direto no resultado do período.
Toda organização tem um tempo que ela tolera ficar parada e um tempo que ela de fato levaria para voltar. Quase ninguém conhece os dois — e ninguém que os conheça dorme tranquilo com a diferença.
Valores ilustrativos. Os da sua operação são calculados no diagnóstico.
A maioria das organizações compra TI por catálogo. Ou compra de menos, e fica exposta. Ou compra demais, e paga por proteção que o risco dela não justifica. Nós dimensionamos pelo risco real.
Nada entra na sua operação sem justificativa. Todo controle que propomos passa por três perguntas — e o que não passa nas três não entra na proposta.
É o que a LGPD, no art. 46, chama de adoção de medidas de segurança desde a fase de concepção do produto ou serviço. Não é figura de linguagem — é aderência declarada a dispositivo legal.
Na prática, é a diferença entre uma porta blindada e uma porta comum com um cadeado do lado de fora.
Programa de Governança, Prevenção e Recuperação de Desastres de TI — da estratégia ao operacional, em pacote único no modelo as a service.
Metas de recuperação por sistema, e não para a TI como um bloco. O ERP que sustenta o PCP não tem o mesmo peso do portal de RH, e tratar os dois igual é sempre errado nos dois sentidos.
Chão de fábrica integrado a TI raramente é segmentado. Máquina CNC, coletor e estação administrativa na mesma rede é o cenário padrão — e é a rota mais curta entre um clique num anexo e a linha parada.
Infraestrutura reserva já configurada para assumir a carga. Restaurar dado não reinicia produção: o que precisa voltar é o ambiente inteiro, e isso só é rápido se estiver pronto antes.
Você não contrata melhor esforço. Contrata o prazo pelo qual nós respondemos, por sistema crítico — e leva a documentação que o questionário do seu cliente pede, já pronta.
Entra como custeio, não como investimento. Não disputa CAPEX com máquina nova, que é a comparação em que resiliência sempre perde e não deveria nem estar competindo.
Conformidade com LGPD, norma técnica e recomendação de órgão de controle não é problema de TI — é problema jurídico com implementação técnica. Quem separa as duas coisas entrega metade.
E no dia do incidente não existe jogo de empurra entre fornecedores. O suporte do backup não aponta para o armazenamento, que aponta para a infraestrutura. Existe um contrato e um responsável.
Ótimo, e isso resolve metade do problema. A outra metade é onde restaurar. No cenário mais comum de ransomware, os dados estão íntegros na nuvem, mas não há servidor limpo para recebê-los — e aí entra compra emergencial de equipamento com prazo de entrega, mais reconfiguração do zero. É por isso que os dados voltam no dia 2 e a operação no dia 12.
Costuma ser. E costuma estar sobrecarregado, acumulando planejamento, execução e auditoria da própria estrutura. O Programa não substitui ele — dá retaguarda, processo e um segundo par de olhos independente. Vários coordenadores são os primeiros a defender internamente a contratação, justamente porque param de carregar o risco sozinhos.
Ajuda diretamente. O Parecer de Aderência mapeia a operação contra NIST CSF, CIS Controls e família ISO 27000, que é a base da maioria desses questionários. E se você já tem um questionário em mãos, mande — ajudamos a responder mesmo sem contrato.
Como custeio mensal, no modelo as a service. Não há aquisição de servidor, licença ou storage. Para a maioria das indústrias, isso é o que viabiliza a decisão: a comparação deixa de ser com máquina nova e passa a ser com o custo de um dia parado.
O diagnóstico gratuito leva 5 minutos e aponta as três exposições mais críticas da sua operação.
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