Se o recebimento cai em plena colheita, o caminhão não descarrega. Se não descarrega, o produtor não espera — ele vira o volante e leva a carga para o concorrente da estrada. Construímos e administramos a sua operação de TI no tamanho exato do seu risco.
Quando o sistema de recebimento cai na safra, a perda contabilizada é o volume que deixou de entrar naquele dia. Mas a perda real é outra: é o produtor que descobriu que dá para entregar no concorrente. Volume se recupera na safra seguinte. Fornecedor que mudou de porta, quase nunca.
Quase nenhum setor tem a receita tão concentrada no tempo. A indústria que para em março recupera em abril. A cooperativa que para no pico do recebimento não tem abril — tem a safra seguinte. É por isso que a conta de indisponibilidade no agro não se calcula por hora média do ano, e sim por hora de pico. São ordens de grandeza diferentes.
É a porta de entrada de tudo. Sem sistema, ou se para a fila, ou se recebe no papel — e receber no papel gera divergência de peso, umidade e impureza que vira disputa com o produtor semanas depois.
Adiantamento a produtor, troca-troca, barter e contratos futuros dependem de sistema íntegro e de acesso bancário controlado. Credencial comprometida no agro não rouba dado: movimenta dinheiro.
Perder a posição real de estoque e de contratos em aberto no meio da comercialização é perder a capacidade de precificar. O risco deixa de ser operacional e vira exposição de mercado.
Toda organização tem um tempo que ela tolera ficar parada e um tempo que ela de fato levaria para voltar. Quase ninguém conhece os dois — e ninguém que os conheça dorme tranquilo com a diferença.
Valores ilustrativos. Os da sua operação são calculados no diagnóstico.
A maioria das organizações compra TI por catálogo. Ou compra de menos, e fica exposta. Ou compra demais, e paga por proteção que o risco dela não justifica. Nós dimensionamos pelo risco real.
Nada entra na sua operação sem justificativa. Todo controle que propomos passa por três perguntas — e o que não passa nas três não entra na proposta.
É o que a LGPD, no art. 46, chama de adoção de medidas de segurança desde a fase de concepção do produto ou serviço. Não é figura de linguagem — é aderência declarada a dispositivo legal.
Na prática, é a diferença entre uma porta blindada e uma porta comum com um cadeado do lado de fora.
Programa de Governança, Prevenção e Recuperação de Desastres de TI — da estratégia ao operacional, em pacote único no modelo as a service.
Definimos metas de recuperação distintas para o período de safra e para a entressafra. Tratar os dois com o mesmo RTO é gastar demais o ano inteiro ou ficar exposto justamente quando não pode.
Integração bancária, acesso remoto de unidades de recebimento e credenciais compartilhadas entre turnos são as três exposições que mais encontramos no agro. Autenticação em dois fatores e segregação de acesso resolvem a maior parte com custo baixo.
Infraestrutura reserva pronta para assumir o recebimento, porque restaurar o dado não descarrega caminhão. O que precisa voltar é a operação, não o arquivo.
Você não contrata melhor esforço. Contrata o prazo pelo qual nós respondemos — e o sistema de recebimento pode ter meta mais rigorosa durante a safra, contratada assim.
Sem CAPEX fragmentado. Entra como custeio, e o conselho avalia uma despesa previsível em vez de aprovar aquisição de servidor, licença e storage em processos separados.
Conformidade com LGPD, norma técnica e recomendação de órgão de controle não é problema de TI — é problema jurídico com implementação técnica. Quem separa as duas coisas entrega metade.
E no dia do incidente não existe jogo de empurra entre fornecedores. O suporte do backup não aponta para o armazenamento, que aponta para a infraestrutura. Existe um contrato e um responsável.
É exatamente para isso que a Regra das Três Justificativas existe. Cada controle proposto vem com a justificativa técnica, legal e financeira escrita — um documento que o conselho lê e questiona linha a linha. Nenhum item entra na proposta sem passar nos três critérios.
É o cenário mais comum no agro e é justamente onde a operação costuma estar mais frágil: link único, sem redundância, equipamento em sala compartilhada com depósito e acesso remoto sem controle. O diagnóstico mapeia unidade por unidade e prioriza pelo impacto na safra.
Não. Na maioria dos casos, o analista interno continua e passa a ter estrutura, processo e retaguarda. O problema nunca é competência — é acúmulo de papéis. Quem planeja, executa e audita não pode ser a mesma pessoa, não porque erre mais, mas porque ninguém audita o próprio trabalho.
Dá, e é o que recomendamos. Comece pelo diagnóstico gratuito de 5 minutos. Se fizer sentido, a Pré-Consultoria entrega o número exato do seu custo de indisponibilidade e um plano de 12 meses em fases — você executa na ordem e no ritmo que o caixa permitir.
O diagnóstico gratuito leva 5 minutos e aponta as três exposições mais críticas da sua operação.
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